O resultado das últimas eleições que elegeram os representas estaduais e federais foi um espelho para fazer uma analise de como fica o cenário político local, Assim....
É notório a dificuldade de governar sem alianças, tanto em nível nacional, estadual e municipal . Essa será a situação enfrentada pelo grupo situacionista de Riacho da Cruz nos próximo anos depois das derrotas no pleito eleitoral do último domingo (28/10).
Em Riacho da Cruz os apoios para a eleição passada são configuradas pelos velhos caciques da política potiguar, ou seja, as lideranças da situação seguem os aliados estaduais e federais vitoriosos que estavam no poder dos últimos anos . Porém, dessa vez a história foi diferente, não só em Riacho da Cruz mas em todo estado do Rio Grande do Norte o povo escolheu o novo, e consequentemente na pequena e simpática Riacho da Cruz, o grupo político da atual prefeita só conseguiu reeleger bem no fim da lista o deputado estadual o médico amigo " Tio Getúlio", que convenhamos apesar de muito tempo na legislatura potiguar, realmente faz muito pela saúde da região Oeste do estado .
É fato que na votação municipal os candidatos apoiados pela prefeita e seu grupo foram muito bem votados, mas diferentemente de campanhas anteriores os números mudaram muito, e foi visível que que o voto de cabresto está acabando, e as pessoas estão se politizando, votando em quem acham que é melhor, nos candidatos que melhor lhe representam .
Os candidatos Jácome, Garibalde, Beto Rosado ( Com recursos judiciais em trâmites ) e Carlos Eduado Alves não conseguiram se eleger, dificultando os planos e projetos do poder publico municipal. Pois sabemos dos cortes de recursos federais, da dificuldade de conseguir recursos, ainda quando se é oposição ao governo e quando não se tem aliados federais para intervir como senadores e deputados federais.
Mas a situação ainda tem uma carta no baralho, nós próximos dias o Tribunal Superior Eleitoral irá julgar o caso do atual deputado federal Beto Rosado, que foi candidato na eleição passada, porém, não conseguiu ocupar uma das oitos cadeiras da bancada federal apenas com sua votação, mas de acordo com a legenda partidária e da coligação,Beto estava entre os eleitos. Assim,o mesmo entrou com recurso para pedir uma revisão de votos de sua coligação. Se o TSE julgar que o mesmo realmente foi eleito, as coisas melhoram para a prefeita, pois o mesmo enquanto deputado federal foi responsável por enviar emendas milionárias para Riacho da Cruz, que foram convertidas em obras, pavimentação, reformas de prédios públicos e compra de aparelhos de saúde. Segundo informa o poder público municipal. Aguardemos !
Já a oposição mesmo divida e de forma tímida conseguiu se destacar muito nesse pleito eleitoral de 2018, digo destaque na forma como fizeram as escolhas dos candidatos para apoiar. Pois apesar de uma votação pouco expressiva e que não faria muita diferença no cenário estadual conseguiram eleger dois deputados estaduais, os dois senadores mais votados e ainda a governadora eleita Fátima bezerra, que no 2º turno em Riacho da Cruz quase virava a votação, com uma maioria pequena de 21 votos .
Parte da bancada parlamentar da oposição de Riacho da Cruz, a partir de janeiro de 2019 vai poder contar com o apoio do 3º deputado estadual mais bem votado no Rio Grande do Norte. Dr Bernado Amorim, que sendo candidato pela primeira vez ficou no topo da lista com mais de 40.000 mil votos. Pra quem não sabe, Dr Bernado é irmão de Enok Berlamino lá do Sítio Kajuais, que por coincidência já foi candidato a prefeito de Riacho da Cruz. Durante a campanha, em passagem por Riacho da Cruz Dr Bernado disparou " Minha candidatura a deputado estadual é uma ponte para uma chapa forte, e estruturada em 2020 em Riacho da Cruz " Será ?
Apesar dos contados 149 votos no município, como já disse anteriormente, a oposição dividida a outra parte conseguiu eleger outro nome forte da região oeste, o deputado estadual Galeno Torquato.
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Por Romário Nogueira
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